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Apúlia, a região do sol entre dois mares e acolhimento caloroso em lugares ricos em história

Localizada no coração do Mediterrâneo, é um conjunto mágico de achados, história, arte e natureza intocada, entre maravilhosas costas e paisagens de cartão postal. Esta é a Apúlia, uma região de praias douradas e águas cristalinas, sabores intensos e destinos fascinantes: o Castel del Monte, os trulli, as ilhas, passando por cidades beijadas por uma luz única e inesquecível.

Bari Foggia Barletta-Andria-Trani Taranto Brindisi Lecce
Bari
Bari

Um mergulho no coração de Bari, uma deslumbrante cidade da Apúlia que se tornou uma ponte entre o Oriente e o Ocidente. Lugar por excelência onde tradições e sabores intensos vivem na sua expressão mais genuína, Bari tem um passeio marítimo de tirar o fôlego e um centro histórico que é nada menos que impressionante. Berço de arte e de história, é realmente impossível não a amar desde o primeiro encontro, desejando logo o seguinte.

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Foggia
Foggia

No coração da planície da ApúliaNo centro da planície da Apúlia encontra-se Foggia, a meio caminho entre o Golfo de Manfredónia, o promontório de Gargano e as montanhas da Daunia. O centro histórico da cidade está em grande parte preservado, apesar do terramoto de 1731 e dos bombardeamentos sofridos durante a Segunda Guerra Mundial. O monumento mais interessante é a catedral: construída no século XII e modificada várias vezes, conserva ainda grande parte das fachadas românicas. Poucos sabem que o centro da cidade é atravessado por uma longa série de espaços subterrâneos. Poucos sabem que o centro da cidade é atravessado por uma longa série de espaços subterrâneos chamados hipogeus. O hipogeu mais importante é o de São Domingos. A cerca de 12 quilómetros de Foggia, situado numa área protegida, encontra-se o Parque Natural Regional da Floresta da Coroada, onde habitam numerosas espécies de aves, bem como gamos, javalis e vários répteis. A área inclui o Vale de Cervaro e o Santuário de Nossa Senhora da Coroada, um conhecido local de peregrinação. Ainda no que diz respeito ao turismo religioso, recomendamos uma visita a San Giovanni Rotondo, a cidade onde o Padre Pio viveu durante muito tempo e onde os seus restos mortais estão preservados. O município está situado no Parque Nacional de Gargano, famoso pela paisagem cársica caraterística e pelas dolinas.

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Trani
Barletta-Andria-Trani

Os castelos de Frederico II com vista para o mar A província de Barletta-Andria-Trani tem muitas maravilhas para oferecer, começando pelos seus famosos castelos, como o castelo normando de Barletta, transformado por Carlos V numa fortaleza invencível que hoje acolhe o museu cívico. Se estiver na cidade, não pode perder a Cantina della Sfida, local da famosa Disputa de Barletta, que viu os franceses e os italianos competirem depois de um litígio durante o jantar. E ainda a Catedral de Santa Maria Maior em estilo românico-gótico e as suas catacumbas, os 13 km de litoral e a Pinacoteca De Nittis, dedicada à arte impressionista. Trani surpreende com a sua espetacular catedral de São Nicolau Peregrino construída à beira-mar com pedra local de tons rosados. Num único edifício convivem uma igreja, cripta, hipogeu e um campanário de 59 metros de altura. A 20 km de Andria, no Parque Nacional da Alta Murgia, fica o Castel del Monte, uma fortaleza construída por Frederico II em 1240 com uma forma octogonal e um número 8 recorrente: 8 salões e 8 torres nos 8 cantos do edifício. Ao longo do caminho entre Bisceglie e Corato encontra-se o Dólmen da Chianca, um dos maiores e mais bem preservados da Europa. Por sua vez, Bisceglie acolhe uma bela catedral que remonta a 1073. Em Canosa di Puglia, vale a pena descobrir o Mausoléu de Boemondo d'Altavilla, construído no século XII e agora incorporado na catedral.

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Taranto
Taranto

Taranto ergue-se sobre o Mar Jónico, no ponto mais interior do golfo a que deu o nome. Fundada em 706 a.C. por colonos espartanos, há mais de 2500 anos era uma polis grega rica, culta e refinada, a mais poderosa do ultramar. Banhada pelo Mar Grande e pelo Mar Pequeno, a cidade divide-se em três núcleos. A cidade velha, também chamada "ilha" porque nasceu na ilha artificial criada em 1480, cortando o istmo que a ligava ao continente, é composta por becos estreitos e sombreados, escadas, palácios construídos uns sobre os outros. É nesta zona que se pode visitar o Templo Dórico, o Castelo Aragonês, a Catedral de São Cataldo com a sua magnífica capela com frescos. Enquanto o passeio marítimo de Corso Vittorio Emanuele II tem vista para o Mar Grande, oferecendo belas vistas das pequenas ilhas Cheradi. A Vila de Taranto, ou Cidade Nova, com um traçado urbano em xadrez construído após a Unificação da Itália, pode ser alcançada a partir do castelo aragonês através da ponte giratória. Uma grande atração desta parte de Taranto é o MArTA- Museu Arqueológico Nacional de Taranto, essencial para conhecer a história local, desde os seus vestígios primordiais até ao período medieval, quando Taranto era uma cidade da Magna Grécia e romana. Por fim, a Porta Napoli, no triângulo continental a norte da cidade velha, que está a passar por uma renovação urbana.

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Brindisi
Brindisi

As maravilhas da Porta do Oriente Brindisi é a mistura perfeita entre os restos da Roma Antiga e os testemunhos de domínios subsequentes e espaços modernos com locais e restaurantes para saborear as melhores especialidades da Apúlia. Sempre de olho no mar e no magnífico porto da cidade, para capturar alguns dos aspetos mais sugestivo da cidade, pode começar a pé a partir do centro histórico. Atravessando a Praça da Catedral, a mais antiga da cidade, chegará à Catedral e ao Museu Arqueológico, que merecem uma visita. Não muito longe, no antigo complexo das Scuole Pie, fica a Pinacoteca Municipal que acolhe a Fundação Novo Teatro Verdi e o Departamento de Turismo do Município de Brindisi. Divirta-se a perder-se no labirinto de ruas estreitas e vielas como as do bairro de São Pedro dos Schiavoni. Da Praça da Vitória, por sua vez, partem as três avenidas mais frequentadas para as compras. Perto do porto, encimada pelas colunas romanas, encontrará a famosa e monumental Escadaria Virgiliana, onde, durante eventos e celebrações, até 900 pessoas podem sentar-se: pode subir contando os degraus um por um, desde que não esteja com pressa. Subindo, em vez disso, para uma lancha, chegará à margem oposta, no bairro residencial da cidade, o Casale, onde poderá ver o Monumento do Marinheiro. No terraço – a que se pode aceder por um elevador e, em seguida, fazendo um troço de cerca de dez degraus – pode-se admirar o panorama encantador que abraça o porto e toda a Brindisi. Para os mais pequenos, junto ao Monumento existe um parque infantil histórico.

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Piazza del Duomo - Lecce, Puglia
Lecce

O coração pulsante de Salento, Lecce encanta com o seu impressionante centro histórico barroco e o esplêndido mar à sua porta. Lecce tem um estilo inconfundível, com os seus monumentos da época romana e sobretudo os extraordinários edifícios do século XVII, com a cor característica de uma pedra local que tende para o loiro. A atmosfera é animada e cintilante. Durante o dia, pode passar horas ao sol nas suas praias, que ficam a poucos quilómetros da cidade. À noite, o centro histórico irá recebê-lo entre as suas elegantes ruelas, intemporais, e deliciosos restaurantes. 

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Cidade das artes
Brindisi

Brindisi

As maravilhas da Porta do Oriente Brindisi é a mistura perfeita entre os restos da Roma Antiga e os testemunhos de domínios subsequentes e espaços modernos com locais e restaurantes para saborear as melhores especialidades da Apúlia. Sempre de olho no mar e no magnífico porto da cidade, para capturar alguns dos aspetos mais sugestivo da cidade, pode começar a pé a partir do centro histórico. Atravessando a Praça da Catedral, a mais antiga da cidade, chegará à Catedral e ao Museu Arqueológico, que merecem uma visita. Não muito longe, no antigo complexo das Scuole Pie, fica a Pinacoteca Municipal que acolhe a Fundação Novo Teatro Verdi e o Departamento de Turismo do Município de Brindisi. Divirta-se a perder-se no labirinto de ruas estreitas e vielas como as do bairro de São Pedro dos Schiavoni. Da Praça da Vitória, por sua vez, partem as três avenidas mais frequentadas para as compras. Perto do porto, encimada pelas colunas romanas, encontrará a famosa e monumental Escadaria Virgiliana, onde, durante eventos e celebrações, até 900 pessoas podem sentar-se: pode subir contando os degraus um por um, desde que não esteja com pressa. Subindo, em vez disso, para uma lancha, chegará à margem oposta, no bairro residencial da cidade, o Casale, onde poderá ver o Monumento do Marinheiro. No terraço – a que se pode aceder por um elevador e, em seguida, fazendo um troço de cerca de dez degraus – pode-se admirar o panorama encantador que abraça o porto e toda a Brindisi. Para os mais pequenos, junto ao Monumento existe um parque infantil histórico.
Aldeias
Bisceglie

Bisceglie

Pouco se sabe sobre as origens deste populoso centro costeiro, talvez nascido da agregação de várias quintas após as incursões sarracenas. A arquitetura normanda inicial foi modificada pelos aragoneses, que no final do século XV construíram fortificações ainda visíveis, ladeando os edifícios religiosos e as adições dos séculos seguintes. O passeio pelo centro histórico revela edifícios interessantes, como a igreja de Santa Margarida, do século XII, singular pela sua planta em cruz encimada por uma cúpula piramidal. É imponente o castelo suábio, com a sua torre mestra que acolhe um espólio etnográfico, e, atrás da torre, a igreja de Santo Adoeno, do século XI. A igreja principal é a Catedral, de características românicas (dos séculos XI a XIII), com o adjacente palácio episcopal. Saindo do centro, chega-se ao grande porto, no meio do qual se erguem, como uma ilha, os restos dos cais do século XVIII com poderosos postes de amarração de pedra. No campo em redor de Bisceglie, interrompendo os cultivos, despontam quintas aqui e ali (segundo a tradição, havia nove desde a Idade Média), torres de vigia, alguns trulli construídos para armazenar as alfais e quatro monumentos megalíticos datáveis da Idade do Bronze, entre os séculos XVI e XIV a.C, embora originalmente deva ter havido mais. O mais significativo é o dólmen da Chianca, formado por um corredor externo e uma célula sepulcral composta por quatro lajes, três enterradas no solo e uma colocada horizontalmente.
Aldeias
Polignano a Mare

Polignano a Mare

Polignano a Mare, penhasco branco da ApúliaEmpoleirada num alto penhasco que se ergue do Mar Adriático, Polignano a Mare é um dos lugares mais espetaculares e mais frequentados da costa da Apúlia. O centro histórico desta vila marítima é um labirinto de vielas que se estende em direção a uma pequena praia, a Lama Monachile, que o penhasco corta em duas. Abaixo da parte habitada, um emaranhado de grutas convida a descobrir um mar cristalino. Polignano é também a cidade natal de Domenico Modugno, o autor de Nel blu dipinto di blu, a canção italiana mais famosa do mundo.                                                                                                             Todas as vielas levam ao marO centro histórico de Polignano a Mare, uma localidade habitada desde o Neolítico, é uma extensão de casas brancas de origem medieval agrupadas sobre o penhasco. Entra-se na povoação passando sob quinhentista Arco Marchesale, também conhecido como Porta Grande, que até 1780 era o único ponto de acesso à localidade, que era cercada por um fosso, hoje escondido pela Praça Garibaldi, com a sua respetiva ponte levadiça. Poderá perder-se pelas ruas estreitas de Polignano, mas mais cedo ou mais tarde dará com uma vista para o mar e o efeito surpresa será ainda maior.Uma selfie em Lama Monachile, uma pequena praia com água azul-turquesaEncontrará, desde logo, a Igreja Matriz, do século XIII, o Palácio do Marquês, lar dos senhores feudais e o Palácio do Relógio. O lugar mais fotografado de Polignano a Mare é a sua pequena praia com água azul-turquesa, a Lama Monachile, sempre muito frequentada nos meses de verão: a ponte que se ergue atrás dela foi construída sobre uma ponte romana da Via Traiana, a Roma-Brindisi da antiguidade, que passava aqui. Ao lado, no passeio marítimo, verá a estátua dedicada ao mais famoso filho de Polignano em todo o mundo, o cantor Domenico Modugno. No lado oposto da povoação, sempre com vistas espetaculares para o mar, encontra-se o belo museu da Fundação Pino Pascali, um artista originário de Polignano que morreu na década de 1960, que expõe obras de arte contemporânea.O que ver em Polignano a MareA atmosfera de Polignano a Mare pode ser saboreada passeando sobre o penhasco e descendo até ao litoral, de onde a vista da cidade branca é espetacular. Em quarenta minutos a pé na direção de Bari, entre as encantadoras baías da Ponte dei Lapilli e Porto Cavallo, ambas ideais para um bom mergulho, chega-se à aldeia de San Vito, inconfundível pela presença dos restos da abadia homónima que remonta ao século X, aos tempos dos monges basilianos que se refugiaram nestas terras fugindo das lutas iconoclastas do Império Bizantino. Um pouco mais adiante fica a torre quadrangular de São Vito, frente a um espelho de mar que parece uma piscina natural. Dia e noite, neste lugar idílico também rico em bares e restaurantes, nunca estará sozinho: a vida noturna de Polignano chega até aqui.Grutas e mergulhos do penhascoExistem cerca de vinte grutas que o mar criou com a força das suas ondas na falésia em que se encontra Polignano: a maior é a gruta Palazzese, assim chamada porque está localizada sob um palácio nobre a partir do qual se pode aceder-lhe. Hoje, o edifício foi transformado num hotel de 5 estrelas que criou as salas do restaurante nas fendas naturais do penhasco, e a gruta permanece acessível por mar. Outras grutas têm os nomes mais impensáveis, principalmente ligados ao uso que foi feito delas ao longo do tempo: a do arcebispado teria sido ligada através de túneis ao palácio do bispo, e a das freiras era usada pelas irmãs do hospital. A mais sugestiva é a Ardito, em homenagem aos seus proprietários, que no seu interior tem uma coluna natural pela qual os pescadores subiam para entrar na vila.O que comer em Polignano a MareNum dos muitos terraços com vista para o penhasco, nos muitos restaurantes de Polignano, pode desfrutar durante todo o ano de pratos de frutos do mar, uma mistura de chocos, gambas, camarões e muitos outros peixes, dependendo da estação e da pesca. Para quem prefere peixe bem cozinhado, o prato a experimentar é arroz, batatas e mexilhões. Outra especialidade local é a docíssima cenoura de Polignano, cultivada na área da Abadia de São Vito, reconhecida como alimento Slow Food.Um café, mas especial: com casca de limão e natasSe prefere a street food para não perder um minuto sequer de praia, experimente a sanduíche com peixe, com tártaro de atum, burrata e tomate, ou com polvo frito e "cime di rapa", uma verdadeira delícia. No final da refeição, mime-se com o Café Especial, de acordo com a receita desenvolvida aqui mesmo em Polignano: é um café adoçado com adição de casca de limão, natas e amaretto, servido estritamente em copo de vidro. 
Museus e monumentos
Castelo Suábio de Bari

Castelo Suábio de Bari

O castelo suábio de Bari, a corte de duas soberanas iluminadasNão se pode dizer que se conhece Bari se não se visitar o seu castelo, o edifício simbólico da cidade, perto da Cidade Velha, entre o antigo cais e a catedral. Erguido por ordem do imperador Frederico II, no século XIII, sobre o que restava de uma fortificação normanda, foi transformado várias vezes, até se tornar, na sua idade de ouro, sede de uma refinada corte renascentista governada por duas mulheres. Hoje é sede de um museu e salão cultural da cidade.Um passeio com a duração de um milénioUma visita à imponente fortaleza rodeada pelo fosso que domina o centro histórico de Bari é um passeio de um milénio na companhia de grandes imperadores e rainhas. O núcleo central é de origem bizantino-normanda, mas foi completamente transformado por Frederico II entre 1233 e 1240, restaurado por Carlos de Anjou na segunda metade do século XIII, enquanto os bastiões inclinados com os torreões de esquina foram adicionados no período aragonês durante o século XVI. Quando os aragoneses a doaram à família ducal dos Sforza, a fortaleza foi ampliada e embelezada pela intervenção de duas mulheres, mãe e filha: Isabel de Aragão, viúva de Gian Galeazzo Sforza, Duquesa de Bari e Bona Sforza. O castelo tornou-se a sede de uma corte que não tinha nada a invejar aos senhores do Norte. Devemos-lhes o espetacular duplo lance de escadas que liga o piso térreo aos salões do piso nobre. Durante o domínio dos Bourbons, no entanto, começou um longo período de decadência e abandono para o castelo, durante o qual foi usado como prisão e quartel. Apenas recentemente, em 2017, após extensas obras de restauro e valorização, o castelo foi aberto ao público como museu.No piso principal, mostras e exposições permanentesO andar nobre do castelo está dividido em várias salas que são utilizadas para mostras temporárias, eventos culturais e mostras permanentes: na sala aragonesa está exposta uma exposição fotográfica sobre a história do restauro do castelo, a sala angevina acolhe a coleção arqueológica das cerâmicas de mesa (séculos XV-XVIII) provenientes das escavações do "butto" (hoje, chamar-lhe-íamos aterro sanitário) que testemunham um aspeto da vida da corte, enquanto na chamada Torre dos Menores está exposta uma coleção de materiais preciosos e joias de vários lugares da Apúlia.           A Gipsoteca do Castelo de BariNo piso térreo do Castelo, nas belas salas com arcos de ogiva, encontra-se a Gipsoteca, uma interessante coleção de reproduções em gesso de esculturas de alguns monumentos da Apúlia feitas em 1911 pelos artistas Pasquale Duretti e Mario Sabatelli para o pavilhão da Apúlia na Exposição Etnográfica organizada em Roma por ocasião do Quinquagésimo Aniversário da Unificação da Itália.                  
Região

O coração do Mediterrâneo, berço de antigas civilizações e banhado por um mar espetacular

Seja Bari ou Lecce, Gargano ou Salento, o que torna a Apúlia única é uma mistura de lugares e experiências, certamente de pessoas. E depois há a história e os tesouros deixados no território: igrejas rupestres, castelos medievais, catedrais românicas e barrocas, aldeias artísticas, fazendas. Um paraíso do Mediterrâneo para passar umas férias a relaxar, com boa comida e cultura sem esquecer o fabuloso mar.

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