Em 2012, graças a um restauro de Gae Aulenti, o Palácio Branciforte reabriu as suas portas ao público, tornando-se a sede da Fundação Sicília e também um centro de exposições para as coleções histórico-artísticas da mesma instituição. Construído no século XVI, este palácio alberga coleções de arqueologia e maiólica no piso térreo, enquanto no primeiro andar pode admirar coleções de filatelia e numismática, uma grande biblioteca e algumas obras de bronze. Uma sala do palácio é dedicada ao "Grand Tour", com a exposição de belos desenhos e livros que retratam as etapas do fenómeno cultural desde a segunda metade do século XVIII até às primeiras décadas do século XIX. Os espaços do Monte dos peões de Santa Rosalia também são muito impressionantes, com a particular estrutura de madeira que ocupa uma ala inteira do edifício. Nesta área pode admirar a coleção de fantoches sicilianos de Giacomo Cuticchio, que representa um testemunho da Opera dei Pupi (ópera de marionetes) siciliana, reconhecida pela UNESCO como um património oral e imaterial de toda a humanidade.