Durante o século XIX, foi descoberta a Necrópole Etrusca de Crocifisso del Tufo, que representa um testemunho extraordinário da história e da cultura da época. Uma visita a este local também é essencial para apreciar melhor os artefactos expostos no Museu Arqueológico Nacional e no Museu Claudio Faina em Orvieto, que preservam inúmeros elementos, especialmente conjuntos de cerâmica muito ricos.
A utilização da necrópole começou por volta do século VIII a.C. e terminou no século III a.C. Durante o período de maior desenvolvimento (século VI-V a.C.), foi tomada a decisão de organizar a necrópole em blocos, divididos por estradas perpendiculares, que refletem uma organização social igualitária. Cada sepultura era destinada a famílias individuais, que tinham o seu nome gravado na arquitrave, revelando que os cidadãos estrangeiros também se estabeleceram em Orvieto, tornando-se assim cada vez mais internacional.
Finalmente, os ricos objetos funerários encontrados nos túmulos são prova do sucesso económico alcançado por uma grande parte da população. Estas esplêndidas criações foram compradas no mercado greco-oriental