Envolvida no célebre circuito das suas muralhas, Lucca apresenta um tecido urbano repleto de história e monumentos, mas também um centro dinâmico e vital que oferece uma variedade de estímulos culturais. O centro histórico, acolhedor e fechado ao trânsito, pode ser visitado a pé ou de bicicleta.
Muitos vestígios deixados na cidade pelos dominadores que se sucederam, a partir dos romanos do século I a.C. e dos lombardos, senhores durante quase 400 anos (até 990). Na Idade Média, banqueiros e comerciantes começaram a impulsionar a economia da cidade, baseada na produção de seda, marcando o destino do Município e depois da República de Lucca, muitas vezes cobiçada pelos poderosos senhores do norte e centro da Itália. Entre 1805 e 1815, os Bonaparte assumiram o poder e, entre 1815 e 1847, os Bourbon. A cidade deve muito do seu caráter, de facto, à mulher que no início do século XIX transformou as muralhas em passeio, Maria Luísa de Bourbon-Espanha, duquesa de Lucca após o Congresso de Viena, e à outra mulher que a precedeu no governo, Elisa Bonaparte Baciocchi, princesa de Lucca e Piombino, a mais empreendedora das irmãs de Napoleão.