O Museu Provincial da Campânia, propriedade da Província de Caserta, foi fundado em 1870 pelo grande arqueólogo, historiador e paleógrafo Gabriele Iannelli. Amedeo Maiuri considerou-o "o mais significativo da civilização itálica da Campânia". Está localizado no Palácio Antignano, do século XV, um exemplo sofisticado da arquitetura civil catalã. A construção original remonta ao século IX, época da fundação da Cápua lombarda. O "Regesto della Cancelleria Aragonese" relata que Afonso I de Aragão em 1453 "ratifica e confirma a Francesco Antignano a licença para construir uma lamia perto das paredes do assento chamado degli Antignano em Cápua".
O museu alberga preciosas coleções arqueológicas, medievais e modernas: a coleção Mater Matutae, estátuas votivas em tufo de exemplares do século VII ao século I a.C., uma rica variedade de vasos de diferentes épocas, desde os proto-históricos da Idade do Ferro, aos etruscos de bucchero, aos protocoríntios, coríntios e áticos do século V a.C., terracotas arquitetónicas, votivas e figurativas, incluindo as Tanagras, figuras femininas do período helenístico, bronzes, moedas, medalhas, epígrafes do agro campano, mosaicos de Santo Ângelo in Formis e de Nola, esculturas, incluindo de grande valor, e pinturas de vários temas e tamanhos.
Destaca-se ainda a Sala Borbone com retratos da Casa Real de Nápoles, a Sala Liani, dedicada ao pintor Francesco Liani, a Sala Savoia com retratos da Família Real de Saboia.
De grande importância é o Arquivo Histórico com documentos sobre a vida da região e a Biblioteca com mais de 70 000 volumes impressos, bem como manuscritos preciosos.