O Arco celebra o imperador Marco Úlpio Trajano e as importantes intervenções de ordenamento do porto que ele próprio financiou. Para os entusiastas, pode-se acrescentar que é de estilo coríntio, que é feito de mármore grego sobre um pódio de pedra de Conero, e que se supõe que tenha sido obra de uma figura proeminente da época, como a do arquiteto Apolodoro de Damasco.
As três estátuas de bronze que originalmente coroavam a estrutura representavam o imperador, a sua esposa e a sua irmã, foram espólios de guerra dos sarracenos já no século IX. À noite, o Arco é iluminado de forma sugestiva, tornando-o visível em toda a cidade.
No interior imediato do Porto Antigo, sob a colina da Catedral, podem ser visitados outros artefactos desde a pré-história até à Alta Idade Média no Museu Arqueológico Nacional das Marcas. Ao percorrê-los, descobrem-se os acontecimentos de Ancona e da região através dos contactos da civilização picena com o mundo grego e etrusco, sem excluir uma invasão celta a partir do século IV a.C.