Aldeia da Marsica ocidental, na província de Áquila, fica numa colina na fronteira com o Lácio. O antigo centro habitado, com as suas ruelas estreitas e sinuosas, desenvolve-se em volta do castelo, que sempre foi um ponto de referência para os habitantes e o coração da vida da cidade. Edifícios de pedra exposta são o pano de fundo para as praças onde antigos arcos de calcário branco emolduram as casas, uma arquitetura simples e linear que oferece vistas evocativas de postais. Localizado no topo do centro histórico, numa posição dominante no centro da cidade está o Castelo, o principal local de atração para quem chega a Oricola. Os condes Marsi queriam uma fortaleza quadrada, com muralhas poderosas e com bastiões e pontos de observação nas quatro torres para fins defensivos. A aparência atual remonta à segunda metade do século XV. A excelente qualidade do solo do território favorece uma considerável abundância e variedade de produtos, existem várias variedades de cogumelos epigeus que crescem espontaneamente entre os prados verdes ao redor de Oricola.
A não perder a Floresta de Sèsera e as suas magníficas faias centenárias, o seu ecossistema também é interessante do ponto de vista da fauna, pois alberga répteis e anfíbios raros, como a cobra-de-água, uma cobra não venenosa e boa nadadora, o tritão-de-crista, um anfíbio que muda de aparência - a "libré" - em relação à fase terrestre ou aquática, bem como o sapo-cururu-de-barriga-amarela.