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Aldeias

Cingoli, a “Aldeia das Aldeias 2026”: a Varanda das Marcas sob os holofotes

Após a proclamação de 3 de abril, um reconhecimento que coloca no centro das atenções uma das aldeias mais autênticas da região das Marcas

2 minutos

Cingoli é a «Borgo dei Borghi 2026» (Aldeia das Aldeias 2026). A proclamação, que teve lugar no dia de Páscoa, 3 de abril, durante o programa Il Borgo dei Borghi transmitido pela Rai 3, colocou a aldeia das Marcas no centro das atenções nacionais. Trata-se de um resultado importante, que recompensa não só a beleza do lugar, mas também o trabalho e o empenho de uma comunidade que, ao longo dos anos, conseguiu valorizar o seu território. E é precisamente isso que torna Cingoli diferente: aqui, a paisagem, a história e a vida quotidiana coexistem de forma natural, sem constrangimentos.

Uma vitória que começa na comunidade

Enquanto na noite de Páscoa havia quem desfrutasse do descanso após o almoço em família, quem regressasse de um passeio e quem já pensasse na Segunda-Feira de Páscoa, na região das Marcas, em Cingoli, uma aldeia da província de Macerata, toda uma comunidade estava reunida em frente à televisão à espera da proclamação. Quando o nome foi anunciado, o entusiasmo explodiu. No Circolo Cittadino, cidadãos, famílias, jovens e associações reuniram-se para celebrar em conjunto, transformando aquele momento numa festa partilhada.

É esta dimensão, feita de relações e pertença, que dá valor ao reconhecimento. O título não fala apenas de um lugar, mas também da forma como este é vivido no dia a dia, graças ao empenho de quem o habita e o preserva. E, quando se chega, esta sensação é imediatamente percetível: não é preciso procurá-la, faz parte da atmosfera.

Porquê Cingoli?

Porquê Cingoli?

O título de “Borgo dei Borghi” (Aldeia das Aldeias) distingue, todos os anos, diferentes localidades. No caso de Cingoli, o que impressiona é o equilíbrio. Não há um único elemento que se sobreponha aos outros: a paisagem, o centro histórico e a vida quotidiana coexistem sem constrangimentos. Passa-se naturalmente dos espaços abertos dos miradouros, que lhe valeram o nome de “Varanda das Marcas”, para as ruas mais acolhedoras do centro, onde o ritmo muda e tudo se torna mais íntimo. É esta continuidade, mais do que um único elemento, que torna a aldeia reconhecível. Um equilíbrio que se percebe ao caminhar e que explica por que razão Cingoli foi escolhida como exemplo da Itália mais autêntica.

Uma oportunidade para a descobrir agora

Uma oportunidade para a descobrir agora

O reconhecimento coloca a localidade sob os holofotes, mas não altera a sua essência. Aproveite esta oportunidade para descobrir Cingoli sem pressa.

Parta da Praça Vítor Emanuel II, o coração da vida citadina, e deixe-se guiar por becos e recantos. No centro histórico, sucedem-se igrejas e palácios que contam a história de diferentes épocas: da Catedral de Santa Maria da Assunção à igreja de São Doménico, passando pelas igrejas de São Filipe Néri e de São Nicolau. Em seguida, entre no Palácio Municipal e pare na Sala dos Brasões de Armas para admirar a Nossa Senhora do Rosário de Lorenzo Lotto, originalmente pintada para a própria Igreja de São Domingos. Saindo das muralhas, o percurso continua em direção à igreja colegiada de Santo Exuperâncio, não muito longe do centro.

E, se ainda tiver tempo, basta afastar-se um pouco para mudar de cenário: o Lago Castreccioni, com os seus espaços abertos e silenciosos, é o local ideal para abrandar o ritmo. O título de “Borgo dei Borghi” (Aldeia das Aldeias) torna-se assim um ponto de partida: não é apenas um prémio a celebrar, mas um convite a descobrir Cingoli ao seu próprio ritmo. A “Varanda das Marcas” conquistou Itália. Agora é a sua vez de olhar para fora.

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