Os habitantes da capital estão habituados a chamar-lhe Praça Esedra. O nome deriva da grande "esedra", uma forma geométrica particular, da escadaria das Termas de Diocleciano, com um perímetro curvilíneo, também retomado pelos palácios com arcadas projetados por Gaetano Koch em 1888.
As Termas com vista para a praça foram originalmente encomendadas pelo imperador dálmata e construídas entre o final do século III e o início do século IV.
No centro da praça, encontra-se um dos seus símbolos indiscutíveis: a fonte das Náiades, obra de Mario Rutelli, que na época causou escândalo devido às formas ousadas das ninfas. A praça também tem vista para a bela basílica de Santa Maria dos Anjos: o edifício foi esculpido nos espaços mais amplos do corpo central das Termas. À esquerda da fachada, há um portal monumental: é o que dá acesso às Olearie papali, ou armazéns subterrâneos, construídos em 1764, explorando grandes áreas das Termas. Hoje, as Olearie papali, depois de restauradas, tornaram-se um espaço de prestígio para exposições, eventos e reuniões.
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