Quando, em 1981, durante as obras de urbanização deste bairro, veio à luz um antigo troço do leito do rio Aniene, preenchido ao longo do tempo por cascalho e areia, que tinha preservado cerca de 2200 restos ósseos, mais de 1500 artefactos de pedra e um fragmento de crânio humano, arrastados e depositados pelas águas do rio. A Superintendência Arqueológica de Roma interrompeu as obras e iniciou uma escavação que levou a uma variante do Plano Regulador Geral, que, com a deslocação parcial da estrada, permitiu a conservação de cerca de 300 metros quadrados de depósito.
Em 1996, a Superintendência Arqueológica confiou ao Município de Roma (Superintendência do Património Cultural) a gestão da área e a tarefa de a musealizar.