Localizada na colina de Sant'Angelo e rodeada pelos montes Ausoni, Sonnino preserva as suas características urbanas medievais: a alta torre de quatro andares, parte do antigo castelo, domina uma rede de vielas que, a partir das portas de acesso, se cruzam quase como um labirinto. A cidade, na verdade, era em tempos cercada por muros interrompidos por 13 torres semicilíndricas, com janelas de observação, seteiras e passagens para a ronda, e as 5 portas de acesso eram abertas de manhã e fechadas novamente ao pôr do sol.
Entre os edifícios religiosos encontramos a igreja de S. Ângelo que remonta ao ano de 1210, com muitas referências ao gótico-burgúndio da Abadia de Fossanova.
A "Colegiada" de São João, em pleno centro histórico, foi construída por volta do ano 1200, a mando do concidadão Pomponio de Magistris, Bispo de Terracina. Foi restaurada e reconsagrada em 1604 e mantém um belo altar românico com uma obra escultórica atribuída a Bernini, e em todo o caso seguramente da escola Berniniana.
Encontramos depois a igreja de São Pedro e a de São Marcos, padroeiro de Sonnino. Com o tempo, caiu em decadência, reduzida a condições precárias, tendo sido usada como depósito de madeira. Por fim restaurada, tem sido utilizada como “Auditório Municipal”, para conferências, concertos. Também é usada como Câmara do Conselho.
A não perder é seguramente o Museu Terre di confine que pretende revisitar os conteúdos da tradição e centrar-se naqueles momentos, naqueles aspetos e naquelas personagens que participam na construção do património cultural local.