De Muccia, onde é possível carimbar a credencial do peregrino, sobe-se em direção ao Santuário de Nossa Senhora Col de' Venti, cujo terraço oferece um extraordinário ponto panorâmico sobre as Montanhas Sibillini.
Saindo do santuário, o caminho continua por terra batida, atravessando a localidade de Gelagna Bassa. Depois da zona da pequena central hidroelétrica, o percurso entra novamente no bosque.
Continuando, chega-se ao estreito desfiladeiro atravessado pelo rio Chienti. Neste troço, é necessário ter um cuidado especial: a passagem estreita-se e, em alguns pontos, é necessário atravessar duas rochas verticais com vista para o rio. Ao longo do curso de água, passa-se por Bavareto e chega-se à povoação de Serravalle di Chienti, onde se encontra novamente o leito do Chienti.
A partir daqui, existe uma longa subida por um caminho de grande declive até atingir os 960 metros de altitude, o ponto mais alto de todo o Caminho. Deste local, o olhar pode estender-se sobre o vasto planalto que acabamos de atravessar e sobre a paisagem circundante.
Continuando entre a densa vegetação, desce-se gradualmente em direção à Botte dei Varano e ao Condotto Romano, testemunhos históricos ligados ao planalto de Colfiorito. Atravessa-se depois a aldeia de Taverne, percorrendo o interior do planalto.
Por fim, chega-se à Igreja de Santa Maria de Plestia, que marca a passagem para a Úmbria, para terminar a etapa na praça de Colfiorito, deixando para trás o território das Marcas e as paisagens encantadoras atravessadas ao longo do caminho.